top
Início do conteúdo

MOTIVAÇÃO

Secretaria de Esportes e Lazer promove palestra com esportista cadeirante

Emerson Dourado – Gabinete de Comunicação Social

07/11/13 às 18:13

None
A palestra é gratuita e aberta a toda a comunidade | Ilustrativa

Conhecer a realidade de um cadeirante que pratica esportes, essa é a proposta da palestra idealizada pela Secretaria de Esportes e Lazer de Rondonópolis, em uma palestra que acontece na próxima segunda feira (11) no Ginásio de Esportes Marechal Rondon.

O jogador de basquete em cadeira de rodas, José Gonçalves residente em Belo Horizonte - Minas Gerais, será o palestrante da noite. Segundo Wagnon Velasco, gerente do Departamento de Esportes do município, a intenção do encontro é despertar e conhecer o esporte paralímpico e as dificuldades do cotidiano de um cadeirante em uma cidade grande. É o primeiro passo para que no futuro possamos oferecer um projeto esportivo para pessoas com dificuldade de locomoção, quem sabe até uma equipe de basquete ou vôlei. Pelo que sabemos apenas Cuiabá oferece algo do tipo no Estado, comentou o gerente de esportes.

A palestra que também tem o foco motivacional é aberta para toda a comunidade rondonopolitana, principalmente cadeirantes, professores e alunos de educação física.

Conheça o Basquete em cadeira de rodas

O basquete em cadeira de rodas começou a ser praticado nos Estados Unidos, em 1945. Os jogadores eram ex-soldados do exército norte-americano feridos durante a 2ª Guerra Mundial.

A modalidade é uma das poucas que esteve presente em todas as edições dos Jogos Paralímpicos. As mulheres disputaram a primeira Paraolimpíada em Tel Aviv, no ano de 1968. O basquete em cadeira de rodas foi a primeira modalidade paraolímpica a ser praticada no Brasil, em 1958.

Classificação

Cada atleta é classificado de acordo com o comprometimento físico-motor e a escala obedece aos números 1, 2, 3, 4 e 4,5. Com objetivo de facilitar a classificação e a participação de atletas que apresentam qualidades de mais de uma classe distinta (os chamados casos limítrofes) foram criadas quatro classes intermediárias: 1,5 - 2,5 e 3,5. O número máximo de pontuação em quadra não pode ultrapassar 14 e vale a regra de que, quanto maior a deficiência, menor a classe.

 

*Fonte: Confederação Brasileira de Basquete em Cadeira de Rodas

Este site utiliza cookies para melhorar a experiência de navegação dos usuários. Ao continuar a navegar neste site, você concorda com a nossa Política de Privacidade.
Chat EVA - Assistente Virtual