top
Início do conteúdo

SAÚDE

Trabalho de combate à sífilis congênita é intensificado no município

Gabriel Fagundes/Hevandro Soares/Gabinete de Comunicação Social

06/08/15 às 13:16

None
SAÚDE - Saúde alerta para doenças que podem ser transmitidas aos bebês durante a gravidez‏ | ilustração

A Prefeitura, por meio do Departamento de Ações Programáticas da Secretaria Municipal de Saúde, tem intensificado o combate à sífilis congênita com um trabalho junto ao grupo de gestantes e construção de um fluxo de encaminhamentos e parcerias. A meta máxima do Ministério de Saúde é de um caso diagnosticado de sífilis congênita para cada 1.000 nascidos vivos, o Município de Rondonópolis deve conseguir em 2015 chegar bem próximo desta meta.

A transmissão da doença da mãe para o bebê durante a gravidez é consequência da sífilis materna não diagnosticada, não tratada ou tratada inadequadamente. Na maior parte das vezes, muitas mães nem sabem que têm o problema, ou então quando foram infectadas pela bactéria, se curaram tão facilmente que nem lembravam que haviam contraído a sífilis. Sendo assim, fazer a investigação clínica e o pré-natal adequado e preciso é fundamental para o sucesso da gestação, porque estamos falando de uma taxa de mortalidade que pode chegar a 40%, alerta a coordenadora do Programa DST/AIDS da Secretaria Municipal de Saúde, Cristina Pereira Silva.

Segundo a gerente do Departamento de Ações Programáticas da Secretaria Municipal de Saúde, Eliane Ormund, com a realização dos grupos de gestante mensalmente e com a construção de um fluxo de encaminhamento, o município pretende diminuir os casos de óbitos causados pela sífilis congênita.

Com o grupo de gestantes alertamos e passamos informações relevantes à saúde da mulher, para que elas se previnam e evitem diversas doenças. Devemos também nos reunir com o Conselho da Criança, Conselho Tutelar, Centro de Referência de Assistência Social Cras para discutirmos de que forma eles podem ajudar. Há na cidade um grande problema, pois várias mulheres ao serem diagnosticadas com a doença negam-se a se tratar, pois têm medo da injeção, medo de contar ao parceiro e assim transmitem a doença ao feto, alerta.

Eliane lembra que todas as unidades de saúde realizam o teste rápido e, caso seja confirmada a gravidez, outros testes como de HIV e Hepatite B e C são oferecidos. 

 

Este site utiliza cookies para melhorar a experiência de navegação dos usuários. Ao continuar a navegar neste site, você concorda com a nossa Política de Privacidade.
Chat EVA - Assistente Virtual