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PARQUE DAS ROSAS

Sinfra notifica e cobra empresa que garante conclusão de Praça até novembro

HEVANDRO SOARES - GCS

04/07/13 às 17:36

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A ordem de serviço para construção da Praça do PEC foi dada em julho do ano passado | MATUSALEM TEIXEIRA

Diante da inércia das obras da Praça de Esporte e Cultura PEC, no Parque das Rosas, o secretário de infraestrutura do Município, Fábio Cardozo, notificou a empreiteira Conserv Construções Serviços e Comércio LTDA, com sede em Sinop, no Norte do Estado, que é a responsável pela execução do projeto. Nos últimos dias, diretores da empresa vieram na prefeitura e estabeleceram o mês de novembro, como prazo para o fim da construção.

A ordem de serviço para a construção da Praça do PEC foi dada em julho do ano passado, ainda na gestão anterior, que foi também a responsável pela contratação da Conserv. No primeiro momento, o prazo para o fim das obras financiadas por convênio entre Município e o Ministério da Cultura era o mês de janeiro de 2013. No total, o projeto está orçado em R$ 1.557.068,28.

A profissional definida como fiscal da obra pela prefeitura, Ana Carolina Stockler Bojikian, afirmou que o percentual da obra concluído até o momento é bastante pequeno. Foi feito apenas a base do Projeto. Creio que 10% da obra foram executados até o momento e realmente faz tempo que a empresa  não está dando seguimento. Tudo é uma questão de retomar, eles fazendo isso de forma intensa até novembro conseguirão sim terminar, avaliou.

A praça contará com uma pista de caminhada, sala multiuso para eventos, quadra poliesportiva coberta, pista de skate e um projeto paisagístico detalhado, em uma área de três mil metros quadrados, localizada na esquina da Avenida C com a Rua Laurinda Zonatto, no Parque das Rosas.

O secretário Fábio Cardozo afirmou que o Executivo agora toma a postura de aguardar o andamento das obras, mas informa que se o problema persistir procederá com uma nova notificação. Notificaremos novamente e se somadas três notificações a empresa fica impossibilitada de tocar a obra e juridicamente ficamos amparados para fazer uma nova licitação e contratarmos uma nova executora, concluiu o chefe da Sinfra.

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