O Ministério das Cidades liberou essa semana cerca de
R$15 milhões oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC II) no
contrato 0350.807-48/2011, para execução de obras no sistema de abastecimento
de água de Rondonópolis.
No final da primeira administração do prefeito Zé
Carlos do Pátio, foi captado um recurso de R$ 47 milhões pelo Sanear.
Entretanto, mesmo com o recurso não houveram avanços nas obras e somente R$ 10
milhões foram aplicados. Até então, as obras ficaram paralisadas e só foram
retomadas no ano de 2017. Deste montante total, ainda existia um grande risco
de que fossem perdidos 15 milhões de reais.
A gestão atual do Sanear, fez a complementação dos
projetos e tratativas junto ao Governo Federal, demonstrando a importância da
aplicação deste recurso no saneamento de Rondonópolis. E, em parceria com a
atividade parlamentar do Deputado Adilton Sachetti conseguiu a recuperação do
valor total de R$ 15 milhões.
A quantia será direcionada à ampliação e modernização
do sistema de abastecimento de água. Dentre as obras que serão executadas está
a continuação dos trabalhos do Alfredo de Castro, beneficiando o Bairro Grande
Conquista, onde será realizada a implantação de uma Estação Elevatória com
vazão de 150 litros por segundo, uma adutora de 400mm, um reservatório de 1900
m³ e redes de água diretamente ligadas aos imóveis, que serão instaladas sem
custo para todos os moradores.
O recurso também dará suporte à modernizações no
sistema de captação, na Estação de Tratamento de Água (ETA) e na Elevatória
Monte Líbano, aumentando a capacidade de adução, tratamento e distribuição de
água em toda a cidade.
Serão inseridas novas adutoras, reservatórios de
grandes volumes, instalações hidráulicas e aparelhagens de bombas que
aumentarão o fluxo hídrico.
Para promover melhorias no sistema de abastecimento dos
bairros, serão construídos dois "superpoços", localizados no setor do
antigo Aeroporto e da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Dessa forma,
o sistema de operação será estabilizado e possuirá uma capacidade de
recuperação mais rápida quando houverem paradas estratégicas de manutenção.