As pessoas dos grupos considerados prioritários têm apenas uma semana de prazo para se imunizarem contra o vírus influenza H1N1, em Rondonópolis. A enfermeira responsável, Noeny Pereira de Souza, alerta que a vacinação contra a gripe prossegue em todas as unidades de saúde, até a próxima sexta-feira (30). A maior preocupação é com relação as gestantes e as crianças de 6 meses a 5 anos que se destacam com os menores índices de pessoas imunizadas.
Noeny de Souza compara que a menor procura pela dose da vacina até agora, foi das gestantes. Até esta sexta-feira foram imunizadas 1.770 grávidas. O que representa 62% deste público prioritário. Entre as crianças foram vacinados 10.347 meninos e meninas. O que soma 70% da população infantil, na faixa etária de 6 meses a 5 anos. A expectativa é que tanto as gestantes quanto as mães dessas crianças se conscientizem e compareçam às unidades de saúde nesta semana.
O melhor exemplo foi dado pelos profissionais de saúde que atenderam ao chamado da campanha. Os dados divulgados pelo Ministério da Saúde revelam que cem por cento dos trabalhadores já receberam a dose de imunização contra a gripe. Foram vacinadas 4.416 pessoas do grupo. Em segundo lugar aparece a Geração Melhor Idade com o índice de 83% das pessoas imunizadas. Foram vacinados 14.095 homens e mulheres acima de 60 anos.
Entre as mulheres com até 45 dias após o parto foram vacinadas 376 até agora. O que representa 81% deste grupo. A campanha contempla também a comunidade indígena e pessoas com doenças crônicas. No total, até agora foram vacinadas 31.004 pessoas dos grupos prioritários. A equipe da Secretaria de Saúde vai trabalhar nesta última semana para melhorar índice de vacinação de todos os contemplados com a vacinação oferecida pelo Ministério da Saúde.
Edgar Prates gerente do Departamento de Saúde Coletiva orienta às demais pessoas da comunidade que estejam interessadas em se prevenir contra a gripe que a vacina pode ser encontrada na rede particular. O Ministério da Saúde nos envia doses da vacina para atender aos grupos considerados prioritários que são os mais vulneráveis, como idosos e crianças. Portanto, não temos como oferecer a vacina a toda a população, lamenta.