As principais Ruas da área central
da cidade estão com os semáforos sincronizados. A Fernando Correia da Costa
desde a Avenida Presidente Kennedy até a Marechal Rondon no centro de
Rondonópolis e a Rua Dom Pedro II, a partir do cruzamento com a Avenida Dom
Wunibaldo, até o final da via.
De acordo com o Secretário de
Transporte e Trânsito (Setrat), Argemiro Ferreira a sincronização dos semáforos
garante trafegabilidade, principalmente nos horários em que se registra maior
fluxo de veículos nessas ruas. Essas são as principais vias de Rondonópolis,
muito importantes e que precisam ter um trânsito sem grandes congestionamentos
nos horários de maior movimentação, avalia.
Argemiro explica ainda que na Rua
Fernando Correia da Costa a Setrat se preocupou em fazer a sincronização até o
cruzamento da Avenida Marechal Rondon, para que os condutores sejam obrigados a
parar os veículos no próximo cruzamento com a Avenida Dom Wunilbaldo e assim
reduzam a velocidade antes de passar pela ponte do córrego Arareau.
Logo após o córrego foi instalado
um radar, pois nesse trecho eram registrados vários acidentes com vítimas ,
portanto além do radar, com os condutores parando no cruzamento da Avenida Dom
Wunibaldo, vamos evitar que os veículos ganhem velocidade, explica Argemiro.
Os semáforos ficam abertos durante
40 segundos, a velocidade máxima das duas Ruas é de 40 km/h, tempo suficiente
para o condutor percorrer em 8 segundos até o próximo semáforo e chegar a tempo
de passar. Com isso vamos trazer ainda mais tranquilidade e segurança para
motoristas e pedestres, ressalta.
SISTEMA FRÁGIL
Apesar de ser um grande avanço para
destravar o centro de Rondonópolis nas principais ruas, a sincronização, de
acordo com o secretário, é um sistema frágil e que podem haver falhas devido a
dois problemas, a oscilação
constante de energia elétrica e as chuvas com raios, o que acabam queimando os
semáforos.
Argemiro explica que os semáforos
são antigos, com sistemas já ultrapassados. Para que a população tenha uma
ideia, a maioria desses semáforos em funcionamento atualmente foi adquirida na primeira
gestão de Percival Muniz,( 1998-2000) e instalada diretamente na rede de
energia, cada vez que chove ou oscila muito a energia o resultado são semáforos
queimados e que precisam ser sincronizados novamente, afirmou.
A SOLUÇÃO
Para resolver de vez esse problema
a solução é adquirir, através de processo licitatório, novas unidades, com
nobreak, para que mesmo que haja oscilação, queda de energia e até mesmo
descarga elétrica por raios, os equipamentos sejam comprometidos, tendo que
passar por manutenção constantemente como acontece atualmente.
O secretário explica que entrou em
contato com diversos fabricantes de semáforos do País e todos explicaram que em
setembro param a produção retomando a partir de janeiro. Sendo assim vamos
licitar a partir do início do ano, queremos trocar todos os semáforos do centro
até mesmo para que fiquem padronizados e a manutenção mais fácil. Os que
funcionam vamos colocar na região periférica, dessa maneira resolveremos esse
problema, finalizou o secretário de Transporte e Trânsito.