Neste domingo (26), o prefeito de
Rondonópolis Zé Carlos do Pátio acompanhado da secretária municipal de Infraestrutura
Nívia Calzolari esteve vistoriando o início da obra de construção da ponte de
concreto da Avenida W-11. A obra de responsabilidade do Governo do Estado tem
investimento previsto de R$ 11 milhões. A ponte que terá a extensão de 250 metros será
uma saída alternativa para a BR-364, possibilitando melhor trafegabilidade e
contribuindo para o desenvolvimento da região.
A equipe já começou a construção
da ponte da W-11 autorizada pelo governador do Estado Pedro Taques. Com isso
será uma nova saída da cidade para a região do Jardim Atlântico, Jardim Europa,
Sagrada Família, Residencial Farias. Toda essa região vai ter a opção de ir para
o Distrito Industrial sem precisar passar pelo centro da cidade, o objetivo
nosso é desafogar o trânsito da nossa cidade e melhorar a trafegabilidade,
destacou o prefeito Zé Carlos do Pátio.
O chefe do Executivo ainda lembrou
o investimento feito pelo Governo do Estado no município com a aquisição de
aduelas no valor de cerca de R$ 3,5 milhões para a Avenida dos Estudantes e
para a W-11 para realizar a drenagem das vias e solucionar o problema antigo de
erosão.
A secretária municipal de
Infraestrutura Nívia Calzolari que vem acompanhando de perto a execução das
obras da ponte da avenida da W-11 falou também sobre a instalação das aduelas
nas avenidas.
São duas coisas que estamos recebendo
as aduelas da Avenida dos Estudantes para resolver o problema que temos lá e da
W-11. Estão chegando ao mesmo tempo, como vão ser mais de 1.300 unidades, a
gente vai aguardar chegar um pouco mais para começar o serviço de colocação,
explicou a secretária.
A gestora da pasta também ressaltou
a importância da construção da ponte como primeiro passo para melhorias e
infraestrutura da região, como no caso, do bairro Sagrada Família.
A ponte vai viabilizar a
infraestrutura do bairro Sagrada Família que vem precisando há muito tempo
porque agora com a ponte de ligação o restante é obrigado a chegar, seja pelo
Estado, pela Federação ou pelo que sobrar de alguma condição do munícipio. Porque
isso é o começo da solução do bairro Sagrada Família explicou Nívia.