ALL
Prefeito cobra da ALL soluções para diversos problemas
KALYNKA MEIRELLES - Redação/Ascom
05/06/13 às 13:18
Estiveram com o prefeito a superintendente de Segurança e Meio Ambiente da ALL, Evandro Abreu de Souza, o diretor de Serviços e Tecnologia, Marcos Costa e o gerente de projetos, Gustavo Okihiro.
Para o prefeito, a empresa deverá gerar desenvolvimento sustentável para o município, com geração de renda com menores impactos possíveis. Não queremos que na região do terminal haja prostituição, nem trabalho infantil e muito menos o uso e tráfico de entorpecentes, explicou o prefeito.
Quanto à questão ambiental, Percival disse que não vai aceitar o que foi acordado na gestão anterior que negociou uma área de uma antiga cascalheira para compensar os danos ambientais causados pelo terminal. Para o prefeito, a área negociada é degradada e tem valor comercial inferior a do terreno dentro do terminal. Queremos uma área verde, a cascalheira não serve para compensação ambiental, e também um terreno para que possa ser utilizado pelo município dentro do terminal.
O prefeito também foi contundente ao negar a construção do estacionamento provisório para cerca de 1,5 mil carretas no Distrito Industrial de Rondonópolis, em um terreno em frente à ADM. A explicação é que o local está próximo a bairros residenciais. Esse distrito fica em uma área urbana, têm vários bairros perto, pessoas circulando, isso sem contar a estrago que os veículos pesados fazem na pista.
A ALL
Os representantes da ALL se comprometeram em resolver as questões levantadas pelo prefeito. Segundo Marcos Costa, depois do terminal instalado 90% da mão de obra será da região, mas neste primeiro momento há necessidade de conhecimento técnico nos setores específicos, o que demanda pessoal qualificado.
Os diretores disseram que a empresa está à disposição para resolver a compensação ambiental e ressaltaram que existe a preocupação com os impactos gerados por onde a ferrovia foi instalada, tanto que já ganhou prêmios de reconhecimento como Chico Mendes. Evandro Abreu sugeriu inclusive que esta negociação seja acompanhada pelo Ministério Público Estadual.
Sobre o estacionamento, Evandro ressaltou que cada empresa que se instalar terá que destinar 25% da área para estacionamento dos caminhões. A estimativa é que pelo menos 13 trabalhem no local.