A equipe de técnicos da Secretaria de Saúde de Rondonópolis que
é responsável pela pesquisa sobre a eficácia da coleira especial na prevenção
da leishmaniose em cães, concluiu a segunda fase do trabalho nesta sexta-feira
(27). O veterinário Kleysller Willon explica que todos os dados coletados vão
ser enviados ao Ministério da Saúde que lançou o programa junto com a Fiocruz.
Agora começa a coleta de sangue de animais que participam da pesquisa sem a
coleira. O que serve para comparar a incidência da doença nos dois grupos.
Kleysller Willon conta que o Ministério da Saúde selecionou
1.500 cães do Parque Universitário, Pedra 90, Vila Olinda e Residencial Ana
Carla para receberem a coleira durante a pesquisa sobre a eficácia do
instrumento. Outros 1.500 animais de bairros vizinhos são observados sem a
coleira. A cada três meses é feita a troca da coleira nos cachorros
selecionados e coleta de sangue nos demais. Os cães sem coleira são do Rui
Barbosa, Vila Rica, Padre Lothar, Antonio Geraldini, Parque Oásis, Paineiras,
Maria Tereza e Tancredo Neves.
No total devem ser realizados novo mil exames de sangue nos três
mil animais que fazem parte da pesquisa. Rondonópolis está entre as oito
cidades brasileiras contempladas com a pesquisa que visa atestar ou não a
eficácia da coleira com capacidade de repelir o mosquito transmissor da
leishmaniose.