Foi
realizada na manhã desta sexta-feira (02) no PSF do Bairro Nova Conquista uma
palestra a fim de conscientizar as mulheres sobre prevenção e conscientização
sobre o câncer de mama. A ação realizada pela Prefeitura de Rondonópolis,
através da Secretaria Municipal de Saúde, faz parte de uma série de outras que
ocorrerão no mês de outubro durante a Campanha conhecida como Outubro
Rosa.
O nome
da campanha remete à cor do laço que simboliza, mundialmente, a luta contra o
câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. O
câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais comum no mundo.
O Instituto
Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) orienta que as
mulheres conheçam seu corpo e sempre que possível façam o autoexame das mamas.
Não há técnica específica para a auto palpação e deve se valorizar a descoberta
casual de pequenas alterações mamárias durante o toque.
De
acordo com a enfermeira e responsável pela unidade, Ângela Chagas, a palestra
marca a abertura da campanha que se estende por todo mês de outubro, e tem a
finalidade de conscientizar as mulheres, além da prevenção contra o câncer de
mama, também sobre o HPV, que pode causar o câncer do colo de útero.
Essas
mulheres têm que entender o compromisso com o próprio corpo, o HPV é um vírus
que não gera um câncer de imediato, demora um período que pode variar de seis
meses até 10 anos. Quero destacar a importância da coleta de sangue para o
exame preventivo, e o Papa Nicolau, pois muitas vezes o vírus não está visível,
mas com o exame conseguimos detectar. Há casos que são visuais, que são graus
mais avançados, aí então precisamos encaminhar para o ginecologista tratar o
quanto antes, para posteriormente não precisar de uma quimioterapia ou
radioterapia, alerta.
O ato
sexual desprotegido é a forma mais comum de se pegar o HPV, mas esta não é a
única maneira de transmissão da doença. Outras formas de transmissão do HPV
são: contato pele a pele com o indivíduo infectado com o vírus HPV,
bastando que uma área ferida seja friccionada na área infectada do outro; e
transmissão vertical: contaminação de bebês que nascem de parto normal,
entrando em contato com a área infectada da mãe.