Os dados de atendimento das unidades básicas de saúde de
Rondonópolis devem ser georreferenciados para facilitar as tomadas de decisões
e agilizar as ações do Poder Público, no combate à incidência de doenças e
medidas de prevenção. A ação inovadora é anunciada pelo gerente do Departamento
de Saúde Coletiva do Município, Edgar Prates, que começou a ampliação do
sistema na Estratégia de Saúde da Família ESF Santa Clara, definida como
unidade sentinela do programa.
Edgar Prates falou sobre a importância do georreferenciamento
para melhorar os serviços de saúde oferecidos à comunidade durante reunião com
os enfermeiros na tarde desta segunda-feira (10). Ele acrescenta que a
iniciativa vai facilitar o controle feito pelo Secretaria de Saúde do Estado,
além das auditorias do Ministério da Saúde MS. A previsão é implantar o
sistema desenvolvido pela parceria da prefeitura com o Governo Federal nas 42
unidades de saúde da cidade até 2016.
O gestor calcula que a ampliação do georreferenciamento
representa um investimento de cerca de R$ 100 mil por ano. O projeto de
implantar o sistema em todas as unidades deve participar da 15ª Mostra Nacional
de Experiências Bem-sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças
Expoepi que abre espaço para as ações inovadoras em saúde e acontece no fim do
ano.
Implantado em 2014, o georreferenciamento da saúde em
Rondonópolis começou a se consolidar com a liberação da licença conquistada em
junho deste ano. O projeto de ampliação envolve as equipes dos Departamentos de
Saúde Coletiva e de Atenção Básica.