Alunos que participam de oficinas no Centro
Cultural José Sobrinho, de escolas e entidades rondonopolitanas que desenvolvem
trabalhos artísticos se apresentam na sede do Centro Cultural José Sobrinho até
a tarde da quinta-feira (28), no 1º Festival de Teatro Estudantil, promovido
pela Prefeitura. A ideia inicial do evento, que começou nesta terça (26), foi
do gerente do José Sobrinho, Maurílio Fagundes, e foi logo encorpada pela
Secretaria de Cultura do Município. Ao todo, mais de 13 peças serão encenadas
nos três dias de realização.
As escolas municipais Professora Dercy (Rural) e a
Cora Coralina foram as primeiras a abrirem as cortinas para o público, que tem
entrada gratuita, nesta terça, ao lado de alunos da oficina de violão do José
Sobrinho. Com o roteiro focado no preconceito e na temática do meio ambiente,
as instituições já provaram que há muita coisa boa precisando sem incentivada,
na visão do secretário de Cultura de Rondonópolis, Luciano Carneiro.
Este evento tem uma proposta clara de trazer a
cultura do teatro para a cidade, mas para isso temos de valorizar quem já faz.
Estes trabalhos que estamos vendo são de iniciativa própria e única dos
professores e da escola. Com o festival isto ganha visibilidade, os atores são
incentivados e vamos melhorando as coisas. Temos de ter uma parceria com as
escolas para que com o nosso suporte consigamos, por exemplo, tornar este
Festival cada vez mais forte e tradicional, avaliou.
Maurílio Fagundes contou que, além das apresentações,
acontecerá uma Oficina de Interpretação e Iniciação Teatral com a profissional
Tatiana Horevicht, da Companhia Pessoal de Teatro, de Cuiabá. Cada um dos
grupos que se apresentará no festival teve de indicar ao menos três diretores
para esta oficina, até para desenvolverem isto com os alunos depois. Temos
ainda algumas vagas para cidadãos que se interessarem, mas devem nos procurar
logo aqui no José Sobrinho, na Rua Rio Branco, informou o gerente.
Ao todo, três entidades e seis escolas se
escreveram no Festival de 2013. A instrutora de ballet do José Sobrinho,
Alcione Gonçalves, que atualmente desenvolve um trabalho com mais de 80 alunas,
ressaltou que é importante os pais de crianças que ainda não participem de
atividades culturais tragam seus filhos para acompanharem as peças, até mesmo
para aguçar o gosto deles pela arte. É uma oportunidade, quem sabe as crianças
se interessam assistindo e depois podem inclusive procurar o Centro Cultural e
se inscreverem para as oficinas do ano que vem, disse.