Lideranças
comunitárias de vários bairros localizados na Cidade Salmen foram recebidas no
último domingo (23) na Estação de Tratamento de Esgoto ETE pelo diretor de
manutenção do Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis Sanear,
Cristóvão Teixeira. O intuito do encontro foi o de esclarecer a origem de um
mau cheiro sentido por moradores da região.
Cristóvão
disse que os presidentes de bairros ficaram convencidos de que não é a ETE a
causadora do odor indesejado no ambiente. Chamamos os cinco líderes de
bairros, entre eles o presidente da própria Unisal (União dos bairros da Cidade
Salmen), Sebastião Surubim, para eles próprios notarem que não é da ETE que
está vindo este mau cheiro relatado. Temos oito lagoas em funcionamento, o que
nos permite dizer que mesmo nos bairros mais próximos à estação, o sistema não
causa mais este desconforto, principalmente depois que concluímos as cinco
novas lagoas.
Esclarecido
a questão da ETE, o diretor diz que o desafio agora é descobrir o que estaria
causando o mau cheiro, o que pode ser inclusive ligações clandestinas. Não é
possível confirmar, mas vamos fazer uma investigação técnica neste sentido e é
sim provável que as pessoas tenham ligado o esgoto doméstico na rede ainda não
finalizada, afirmou Cristóvão.
Um dos
representantes comunitários presentes na visita, o presidente do bairro
Morumbi, Joel Fragoso, concordou com o diretor do Sanear e apontou que
problemas pontuais devem ser a causa do transtorno. Vendo aqui de perto não
tem cheiro nenhum. Estas reclamações devem ser por causa de canos estourados na
região mais baixa da cidade, opinou.
Além de
Surubim e Fragoso, foram até a ETE o representante do Maracanã, Orlando
Fernandes e o líder do Estrela Dalva, Sebastião Moreira.