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ESCLARECIMENTOS

Direção do Ceadas realiza discussão ampliada com população sobre Artrite Reumatóide

Hevandro Soares/ Gabinete de Comunicação Social

22/10/14 às 17:35

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Sábado tem palestra sobre artrite reumatóide no Ceadas. Uma doença que pode deixar sequelas graves se não tratada‏ | Roger Andrade

Cerca de 1% da população brasileira, ou seja, mais de dois milhões de pessoas, são portadores da artrite reumatóide. A doença autoimune que afeta as articulações e pode comprometer severamente o movimento das mãos é uma preocupação também da saúde pública municipal de Rondonópolis.

Para retirar todas as dúvidas possíveis, uma equipe técnica fará plantão no sábado (25) pela manhã no Centro de Especialidades e Apoio Diagnóstico Albert Sabin Ceadas e uma palestra será proferida a partir das 8h para quem quiser saber mais sobre a enfermidade.

Quem vai ministrar as discussões é a reumatologista, atuante em Rondonópolis, Dr. Ângela Miranda. Ela comenta que uma grande dificuldade a ser abordada é que apesar de relativamente comum, a doença não é diagnosticada com a precocidade que deveria porque é confundida com outros problemas e pela baixa procura dos acometidos. "É uma inflamação das articulação, que apesar de não ter cura, tem tratamento bastante eficaz na rede pública. O quadro de risco na maior parte das vezes é de pessoas entre 30 e 50 anos, sendo a maior parte dos casos registrados em mulheres, explicou.

A doutora pontua que as primeiras manifestações sistêmicas são a dor e inchaço das articulações, rigidez matinal por pelo menos uma hora, fadiga e perda de peso.

Segundo alguns estudos já publicados, acredita-se que a doença seja uma alteração do sistema imunológico, que passa a agir contra proteínas próprias do organismo. A pressa pela difusão da informação, especialmente a mais humilde, é sobre a necessidade de não titubear com qualquer manifestação aparentemente suspeita e procurar um profissional.

Com a intervenção do reumatologista, é possível mudar o prognóstico e minimizar as deformidades, que são os atrofiamentos dos músculos das mãos e a limitação dos movimentos das mãos que podem ser irreversíveis, alerta Ângela.

O tratamento, de acordo com a profissional, consiste em orientação e mudança de hábitos, medicações, reabilitação e em alguns casos, quando há sequelas, cirurgia.

 

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