Servidores da Companhia de Desenvolvimento de Rondonópolis Coder
estão desde a manhã desta quarta-feira (13) trabalhando na recuperação total do
piso na Rua Rui Barbosa, próximo a Vila Canaã. No local, devido a um
desmoronamento causado pelas chuvas, um buraco tomou metade da rua. Segundo o
presidente da Coder, Aílton das Neves, em um prazo de no máximo 10 dias, não
tendo a interferência de grandes chuvas, o problema vai ser totalmente
resolvido e os dois lados da pista liberados para o trânsito.
Para a solução imediata do problema, a Coder terá de refazer a
estrutura de manilhas que passam por debaixo da pista, além de garantir
drenagem para água da chuva. Vamos instalar mais 10 manilhas para completar a
que lá está e que teve parte arrancada pela chuva. Após isto vamos compactar o
solo com um forro de pedra marroada e cascalhar, para depois vir com o asfalto
por cima. Não é um serviço paliativo, vamos resolver o problema
definitivamente, garantiu Aílton das Neves.
O Município já havia protocolado um pedido na Caixa Econômica
Federal CEF, em Cuiabá, para usar um saldo remanescente de um convênio com o
Ministério da Integração de R$ 1,6 milhão. Apesar de já ter sido formalizado um
sinal positivo da instituição financeira, últimos ajustes burocráticos em
Brasília impediram a Administração de acessar o recurso até o momento, que
seria utilizado não só para refazer o pavimento como construir uma canalização
do Córrego Patrimônio até o Rio Vermelho.
Junto ao nosso pedido de remanejamento orçamentário, que foi
feito há meses atrás, foi ressaltada a urgência respaldada com laudo técnico da
Defesa Civil. Acontece que infelizmente estas situações não são simples. O
Tribunal de Contas exige cuidados nestas ações e não podemos ser displicentes.
No entanto, ainda aguardamos a liberação final do Ministério para canalizar o
córrego, mesmo com a intervenção agora da Coder, informou o secretário de
infraestrutura do Município, Argemiro Ferreira.
A canalização citada por Argemiro será de 163 metros. O projeto do canal de pedra, já
apresentado à Caixa, prevê uma sustentação de 1,5 metros de base de cada lado,
com largura interna inferior de 6,50 metros e no topo de 8,50 metros. Em meio
ao trajeto do curso dágua ainda será instalado um bueiro celular.