A
estrutura clínica do Centro de Atendimento Integrado à Saúde da Mulher Caism,
conhecida por Clínica da Mulher, vem mantendo a excelência no relacionamento
com o público feminino, em média complexidade, na estrutura do Ceadas, onde
funciona atualmente. No mês de maio, por exemplo, foram realizados quase 1.100
atendimentos, dentre os quais se destaca o amparo especializado as gestantes de
alto risco.
Conforme
explica a responsável técnica pelo Caism, Daiane Aparecida Vilarinho Camargo, a
Clínica da Mulher continua recebendo as demandas vindas das unidades de
Estratégia de Saúde da Família ESFs, da Central de Regulação, da Delegacia da
Mulher e mesmo de unidades de fora do Município. O atendimento desde o início
de 2013, mantém uma rotina de mais de mil atendimentos especializados por mês.
Somos
efetivamente uma clínica regional. Fazemos o pré-natal das gestantes de alto
risco, atendemos pacientes em pré e pós-operatório, vítimas de violência
doméstica, atuamos no planejamento familiar, fazemos o PTGI - Patologia do Trato Genital
Inferior onde identificamos- dentre outras coisas, lesões no colo do útero e ainda somos
responsáveis pelo acompanhamento em pós-datismo, que são aquelas gestantes que
já atingiram e até passaram a data para entrar em trabalho de parto e precisam
de monitoramento técnico constante, explicou Daiane.
Em termos
de estrutura clínica, o Caism conta com um assistente social, psicólogos, três
técnicos em enfermagem e duas enfermeiras, além de um urologista e nove médicos
ginecologistas, conforme detalha a responsável. Daiane esclarece e reforça que
a Clínica da Mulher é um núcleo de apoio especializado e que consultas de
rotina devem seguir sendo feitas nas unidades de atenção básica.
Nossa
função é atender pacientes já diagnosticadas. O primeiro contato com o médico e
todo esse processo inicial de atendimento segue sendo feito no ESF. No caso da
gestante identificada de alto risco, quando encaminhada a nós, ela terá acesso
a um ultrassonografista para realizar este exame sem necessidade de retornar à
regulação; a cardiotocografia,
exame que mostra a frequência cardíaca do bebê, ainda na barriga da mãe, dentre
outras informações, é outro recurso que temos para aumentar a segurança da mãe
e da criança na hora do parto, evidencia Daiane.