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NO PÁTIO DA SEMMA

Secretário lembra que dinheiro de leilão só poderá ser reinvestido

Hevandro Soares/ Gabinete de Comunicação Social

05/12/13 às 17:42

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O secretário de Administração de Rondonópolis, Carlos Vanzeli, fez questão de dar as boas vindas aos visitantes e abrir o leilão | Matusalem Teixeira

O secretário de Administração de Rondonópolis, Carlos Vanzeli, fez questão de dar as boas vindas aos visitantes e abrir o leilão de sucatas e veículos inativos do Município no Pátio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, às 10 horas da manhã desta quinta-feira (5). As atividades leiloeiras movimentaram o espaço durante o dia, negociando 58 lotes. Como forma de prestar contas, Vanzeli fez questão de dizer que o dinheiro só poderá ser reinvestido.

Vanzeli detalhou que a ideia do leilão nasceu após um estudo feito com a frota municipal, que hoje tem na ativa cerca de 140 veículos, dispostos em todas as Secretarias, e com as sucatas e carros antigos que já não faziam outra coisa a não ser gerar custos e ocupar espaços. Estamos buscando fazer um trabalho voltado no resultado, o que é diminuir nossos custos e aumentar a efetividade. Dentro disso, não tinha mais razão ficarmos com esta série de materiais que, além de ser um patrimônio parado, era um gerador de despesas. Enquanto que na iniciativa privada eles podem ser úteis, avaliou.

Ainda na relação custo-benefício, o secretário disse que prepara para apresentar ao prefeito um novo modelo de gestão da frota, que deve onerar menos os cofres públicos e aumentar a eficiência da resposta ao cidadão com carros renovados. Temos de prestar serviço, Mas o que temos de parar para pensar é: prestar a que custo? O princípio da eficiência tem de se basear no quanto custa a manutenção de um bem, que já não está com a eficiência que lhe é exigida, defendeu.

Sobre os moldes legais da utilização dos recursos arrecadados, Vanzeli disse que eles ficarão à disposição do prefeito Percival Muniz, mas ressalta que o montante não pode sequer ser usado para pagar funcionários. O dinheiro irá direto para uma conta, mas por força de lei não pode ser usado para o custeio da máquina. Ele fatalmente virará uma escola, uma creche ou algum investimento na saúde, explicou.

Foram levados à leilão no primeiro dia aproximadamente 15 motos, sucatas de informática, automotivas e veículos necessitando de reparos mecânicos e grande parte deles com documentação precisando ser regularizada.

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