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METAS

Secretária se reúne com agentes ambientais e pede maior empenho no combate ao Aedes aegypti

Maria Estela Boranga/Gabinete de Comunicação Social

28/11/13 às 18:17

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A Secretária mostra-se otimista no combate à proliferação do vetor da dengue | Assessoria

No final da tarde dessa quinta-feira (28), a secretária Municipal de Saúde Marildes Ferreira, se reuniu informalmente  com os agentes ambientais do município, no pátio do Centro de Controle de Zoonoses, no intuito de pedir o maior empenho possível, nas ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, vetor da dengue.

Elogiando o trabalho que vem sendo feito até agora pelos agentes, Marildes destacou que Rondonópolis não está incluída entre os 157 municípios citados no relatório do Ministério da Saúde, do último dia 21, cujo mapa da dengue aponta que há situação de risco, graças ao trabalho incansável dos agentes ambientais.

Quanto à previsão da Secretaria de Estado da Saúde, de que em 2014 haverá um surto três vezes maior do que o registrado em 2010, ela ressaltou que isso não vai acontecer em Rondonópolis, porque colocaremos em ação o Plano de Contingência da Dengue por nós elaborado, que servirá também de norteador para os municípios da região Sul do Estado.    

A coordenação da Vigilância Ambiental já está montando as equipes para ir a campo, reforçar as ações de tratamento e conscientização, que já realizaram um mutirão emergencial na semana passada, em mais de mil imóveis do bairro Alfredo de Castro, cujo índice de infestação estava acima de 5%, considerado alto pelo Ministério da Saúde.

A Secretária mostra-se otimista no combate à proliferação do vetor da dengue, citando que em dez anos nunca houve tantas residências visitadas, como agora. Segundo o Levantamento de Índice Rápido de Infestação (Lira), em janeiro deste ano tínhamos um índice geral de infestação de 8,8%. Em outubro, este índice caiu para 1,4%, comparou, elogiando o trabalho dos agentes ambientais, que tornou possível a diminuição do índice de pendências (casas fechadas, proprietários que não permitiram a visita dos agentes e outros) de 17% em janeiro, para 7% em outubro, pontuou.


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