A
Vigilância Epidemiológica do Município registrou mais uma morte ocasionada por
síndrome respiratória aguda grave no último sábado (7). Um menino de 10 anos
morreu na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica em Cuiabá, após ter sido
transferido de Rondonópolis no último dia 1º de maio. Uma das suspeitas é de
que o menino pode ter sido acometido por H1N1. O exame que detecta a doença foi
realizado, e o resultado ainda é aguardado.
Segundo a enfermeira-chefe do agravo, Lizziane Campos e Silva,
ao todo, de janeiro até maio, foram registradas quatro mortes por síndrome
respiratória aguda grave em Rondonópolis. E, 44 casos da doença foram
notificados. Hoje, apenas uma pessoa continua internada, as demais já foram
liberadas e se recuperaram. Foram 25 casos em adultos e 19 em crianças.
Um caso de H1N1 foi confirmado em uma moradora de 43 anos. O
exame foi feito em São Paulo, onde a paciente se recuperou da doença, e
realizado no hospital Sírio Libanês. Dos casos de síndrome respiratória aguda
grave foram coletadas amostras para exames dos pacientes e encaminhados para
laboratório de referência nacional, mas até o momento nenhum resultado foi
recebido.
Prevenção
A vacinação contra a influenza é uma das principais prevenções
contra a gripe e a H1N1 e a campanha nacional está em andamento na cidade.
Devem se vacinar os grupos prioritários, como os idosos com mais de 60 anos,
crianças de seis meses e menores de cinco anos, gestantes, puérperas, profissionais
da saúde e população indígena.
As vacinas podem se tomadas em todas as unidades de saúde do
município. A campanha teve início no dia 30 de abril e segue até o dia 20 de
maio.
Também devem ser adotados cuidados adicionais como lavar as mãos
com frequência, usar álcool em gel e evitar lugares com aglomerados de pessoas.