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SAÚDE PÚBLICA

Rondonópolis confirma segundo caso de H1N1

Danielly Tonin/Gabinete de Comunicação Social

01/06/16 às 10:34

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SAÚDE - resultado de exame confirma caso de H1N1. Paciente já está em casa e passa bem‏ | Matusalem Teixeira

A equipe da Vigilância Epidemiológica confirmou nesta quarta-feira (1) o segundo caso de H1N1 em Rondonópolis. O menino de três anos M.J.C.S. que esteve internado em Cáceres na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica e fez o exame no dia 16 de março teve confirmação para influenza A H1N1. Ele já está em casa e passa bem. O outro caso foi confirmado em uma mulher no mês de abril.

Segundo o gerente de Atenção à Saúde do Município, Edgar Prates, a Vigilância Epidemiológica já notificou 51 casos de síndrome respiratória aguda grave em Rondonópolis, dentre os quais, foram informados quatro óbitos. Ainda aguardamos os resultados de 48 exames que determinam se a causa da síndrome respiratória aguda grave é a H1N1, acrescentou.

Os casos de síndrome respiratória aguda grave foram notificados entre os meses de janeiro e maio deste ano. Os exames foram coletados e enviados para laboratório de referência nacional. O caso atual de H1N1 foi identificado pelo Laboratório Adolfo Lutz.

Vacinação

A campanha de vacinação contra a gripe, cuja vacina também imuniza contra a H1N1, foi finalizada no último dia 20 de abril, mas as unidades de saúde ainda trabalham na busca ativa para imunizar gestantes. A meta de vacinar 80% das 3.050 gestantes na cidade ainda não foi atingida. Apenas 66% delas foram imunizadas.

Já do total de pessoas dos grupos prioritários a ser imunizado, Rondonópolis ultrapassou a meta do Ministério da Saúde que exigia a vacinação de 80% do total de 45.650 pessoas e alcançou 92,18% desta população.

A responsável pelo Setor de Imunização do Município, Noeny Pereira, destacou que as vacinas ainda disponíveis são para as gestantes e para as doses de reforço das crianças de seis meses até menores de cinco anos.

Este ano não pudemos disponibilizar a vacina para outros grupos senão os prioritários, pois não houve sobra de vacinas como em anos anteriores, concluiu Noeny.

 

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