A equipe
da Vigilância Epidemiológica confirmou nesta quarta-feira (1) o segundo caso de
H1N1 em Rondonópolis. O menino de três anos M.J.C.S. que esteve internado em
Cáceres na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica e fez o exame no dia 16 de
março teve confirmação para influenza A H1N1. Ele já está em casa e passa bem.
O outro caso foi confirmado em uma mulher no mês de abril.
Segundo o gerente de Atenção à Saúde do Município, Edgar Prates,
a Vigilância Epidemiológica já notificou 51 casos de síndrome respiratória
aguda grave em Rondonópolis, dentre os quais, foram informados quatro óbitos.
Ainda aguardamos os resultados de 48 exames que determinam se a causa da
síndrome respiratória aguda grave é a H1N1, acrescentou.
Os casos de síndrome respiratória aguda grave foram notificados
entre os meses de janeiro e maio deste ano. Os exames foram coletados e
enviados para laboratório de referência nacional. O caso atual de H1N1 foi
identificado pelo Laboratório Adolfo Lutz.
Vacinação
A campanha de vacinação contra a gripe, cuja vacina também
imuniza contra a H1N1, foi finalizada no último dia 20 de abril, mas as
unidades de saúde ainda trabalham na busca ativa para imunizar gestantes. A
meta de vacinar 80% das 3.050 gestantes na cidade ainda não foi atingida.
Apenas 66% delas foram imunizadas.
Já do total de pessoas dos grupos prioritários a ser imunizado,
Rondonópolis ultrapassou a meta do Ministério da Saúde que exigia a vacinação
de 80% do total de 45.650 pessoas e alcançou 92,18% desta população.
A responsável pelo Setor de Imunização do Município, Noeny
Pereira, destacou que as vacinas ainda disponíveis são para as gestantes e para
as doses de reforço das crianças de seis meses até menores de cinco anos.
Este ano não pudemos disponibilizar a vacina para outros grupos
senão os prioritários, pois não houve sobra de vacinas como em anos
anteriores, concluiu Noeny.