O Vice-prefeito Rogério Salles recebeu das mãos do coordenador das
comissões, Josemar Ramiro, a última minuta do Plano de Cargos Carreiras e
Salários - PCCS do Sistema Único de Assistência Social Suas. A prefeitura vai
analisar a viabilidade das propostas e fazer as revisões junto à categoria e o
Sindicato dos Servidores Públicos de Rondonópolis Sispmur, antes de
encaminhar para votação na Câmara Municipal dos Vereadores.
A comissão composta por
assistentes sociais explicou para o vice-prefeito que a Secretaria possui
poucos servidores concursados, 42, sendo três que prestaram concurso para
cargos de nível superior,
sendo entre as Secretarias fins, que recebem recursos dos Governos Federal e
Estadual com menos profissionais efetivos.
Temos, por exemplo,
vários Centros de Referência a Assistência Social Cras, que atendem uma
demanda de 48 bairros urbanos e mais oito unidades rurais, e muitas vezes um
assistente social começa o trabalho e não tem continuidade, pois ou é demitido
ou recebe outras propostas de trabalho, disse Paula Ávila, assistente Social.
A estabilidade por meio
de concurso público para dar continuidade aos trabalhos desenvolvidos pelos
profissionais e também a segurança que o trabalhador não será desligado da
função também foram abordadas. O último concurso foi em 2000, a população sai
perdendo com trabalhos interrompidos e, além disso, estamos esperando que esse
PCCS seja pelo menos apresentado desde 2006, mas os prefeitos que passaram por
aqui não resolveram essa situação. Estamos confiantes nessa gestão que tem
discutido com responsabilidade, destacou Adélia de Jesus, assistente social.
O Secretário de Promoção
e Assistência Social, Mohamed Zaher disse que é preciso fazer a reestruturação
e que nem servidores e nem a prefeitura podem ser prejudicados por má gestão,
por isso a proposta deve ser avaliada com cautela e justiça.
Rogério Salles explicou
para Comissão que a minuta vai passar por um processo de revisão junto aos
secretários de Administração e Planejamento, Carlos Vazeli e Valdecir Feltrin e
garantiu que as propostas viáveis serão aceitas. Não podemos admitir que
profissionais que exercem a mesma função recebam salários diferentes, por não
trabalharem na mesma Secretaria, por exemplo, um administrador tem que receber
a mesma remuneração independente da Pasta onde atua, explicou Salles.