Fundada em 10 de Agosto de 1915, a cidade de
Rondonópolis conquistou a emancipação político-administrativa no dia 10 de
dezembro de 1953. De lá para cá tem passado por severas transformações em sua
arquitetura, economia, sociedade e modo de ocupação dos espaços e organização
político administrativo.
E as
mudanças na forma de construir suas casas e edifícios também atingiu seus modos
de construir jardins particulares e públicos. Acompanhando sempre as tendências
dos grandes centros, Rondonópolis nos apresenta, agora, novas paisagens
urbanísticas: espaços vazios estão sendo preenchidos com novas construções -
casas comerciais, conjuntos habitacionais, condomínios fechados etc - num claro
sinal de que a cidade avança como a aurora rumo ao desenvolvimento e crescimento
ocorridos nos grandes centros das regiões Sul e Sudeste do País.
Além
desse fenômeno, podemos observar a explosão demográfica, o aumento da frota de
veículos, a agregação de novos lotes destinados à moradias e o aumento no
índice de visitantes que chegam de todas as partes do Brasil e que, quase sempre, adota a cidade como a nova moradia.
Diante
dessa realidade e sensível às transformações e suas respectivas demandas, o
prefeito Zé Carlos do Pátio determinou à Coder, Companhia de Desenvolvimento de
Rondonópolis, para que desenvolvesse o Projeto de Urbanismo que consiste entre
outras coisas, no reflorestamento dos jardins públicos, replantio e conservação
dos canteiros e rotatórias.
E é
justamente isso que está ocorrendo na cidade. Quem circula pelas avenidas Júlio
Campos, Lions Internacional, Paulista e a dos Estudantes já contempla a beleza
da nova vegetação que fora plantada pelos trabalhadores da Coder. "Todos
os dias pela manhã nossas equipes fazem o plantio em novas áreas e também a
manutenção das áreas já beneficiadas com o projeto", explicou Oderli
Xaxim, diretor do Departamento de Urbanismo da Companhia.
As mudas
contidas nas rotatórias das avenidas onde o plantio e poda da vegetação
foram feitos, garantem uma beleza singular e ares das cidades cujos
jardins se parecem com os do Paraná e outras tantas localidades do País.
O
Departamento de Urbanismo da Coder está plantando vários tipos de vegetação, e
vegetação específica para jardinagens públicas. São plantas que
garantem uma bela paisagem sem comprometer a visibilidade dos motoristas que
trafegam por ali. Além disso são plantas bem adaptadas à nossa geografia,
clima e aspectos sócio culturais da nossa gente. Nas avenidas já citadas
anteriormente, foram plantadas mudadas de Palmeira de Locuba, também conhecida
por Areca de Locuba. É uma palmeira solitária, elegante, bastante rústica, de 7
a 15 m de altura, originária de Madagascar. Tem caule ereto, espesso, anelado,
verde, dilatado na base e afunilado em direção ao topo, esbranquiçado na região
terminal, medindo cerca de 18 cm de diâmetro. Frutos ovoides, marrons,
numerosos, com polpa suculenta. Cultivada a pleno sol em parques e jardins como
planta isolada, em grupos ou fileiras.
Tem
também folhagens conhecida por Periquito, a qual é uma planta herbácea
bastante compacta de folhagem muito ornamental. Suas folhas são pequenas, de
coloração avermelhada ou verde clara, de acordo com a variedade. Sua altura é
bem pequena, tornando-a ideal para a composição de letreiros sobre gramados ou
entre forrações de outras cores. Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical, cuja
origem é do Brasil.
Outro
destaque é para a planta conhecida por Cróton, natural da Indonésia e Malásia
que tem uma coloração foliar diversificada. Originária de regiões
de clima tropical a espécie é utilizada para construir sedes decorativas e para
preenchimento de grandes vasos de pátio ou canteiros, criando efeitos
ornamentais muito apreciados pela cor viva e brilho das folhas. Podemos citar
ainda as mudas de Leocoff, Deonella e Camarão.