O
prefeito José Carlos do Pátio recebeu, na tarde desta terça-feira (3), o
senador Wellington Fagundes para uma visita de cortesia no Gabinete do Paço
Municipal. Entre os assuntos abordados, as principais demandas da cidade, para
as quais o senador declarou apoio ao prefeito em articulações em Brasília (DF).
Na ocasião, estavam presentes os vereadores da bancada rondonopolitana.
Pátio agradeceu o gesto do senador e o fato de poder contar com
ele na construção de uma cidade melhor para os cidadãos e também deixou o seu
apoio recíproco. Sei que você é uma referência que pode fazer a diferença no
desenvolvimento desta cidade, afirmou.
Wellington deixou claro que ter sido relator da Lei Orçamentária
Anual (LDO) no Senado Federal o deixou em condições de ter mais acessos aos
recursos o que acabará ajudando Rondonópolis e toda a região. Ele destacou a
existência de duas emendas que somam R$ 7 milhões referentes ao novo acesso à
cidade e à construção de mais uma ponte sobre o Rio Vermelho na Avenida W11,
que segundo o senador, já está licitada e contratada. Além de outra emenda de
R$ 2 milhões que será utilizada pelo município para drenagem e pavimentação de
parte do Jardim Oasis e Paineiras.
Pátio, por sua vez, solicitou apoio para que Wellington
intervenha nos trâmites para agilizar a liberação de um financiamento de R$ 84
milhões junto ao Ministério das Cidades que seria usado na drenagem e
pavimentação do bairro Sagrada Família. Nós protocolamento uma carta de
intenções no Ministério das Cidades que já está tramitando e a capacidade atual
de endividamento de Rondonópolis é de R$ 600 milhões o que torna viável o
financiamento, relatou o prefeito.
Atendendo um convite do senador, Pátio de vê ir à sede do Banco
Nacional do Desenvolvimento (Bndes) com o intuito de buscar recursos para
ampliar a intraestrutura da cidade.
Saúde
Em função dos problemas no Hospital Regional de Rondonópolis,
após a desistência da Organização Social de Saúde (OSS) São Camilo em continuar
na administração da unidade e a possibilidade do Consórcio Regional de Saúde
assumir o hospital, uma reunião será marcada para debater a questão.
A iniciativa, que deve envolver, além da prefeitura, senadores,
deputados, vereadores e poder executivo do estado, é evitar um caos na saúde
pública da região. O temor é que o Consórcio não consiga administrar o hospital
a contento, prejudicando o atendimento de média e alta complexidade,
sobrecarregando os municípios, que não darão conta de suprir a demanda.
Somente Rondonópolis, segundo o prefeito, vem investindo acima
de 35% do orçamento na área da saúde, quando a obrigação constitucional é de
15%.