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ADOTE UM TERRENO

Parceria com iniciativa privada acha solução ecológica para ocupação de terrenos baldios

Hevandro Soares/ Gabinete de Comunicação Social

12/05/14 às 15:55

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Semma chama proprietários de terrenos baldios para um projeto de plantio de flores para embelezar a cidade‏ | Matusalem Teixeira

Observando a área nobre que fica em frente à sede da Secretaria Municipal de Meio Ambiente Semma, próximo ao Horto Florestal, o secretário da Pasta, Lindomar Alves, procurou recentemente o empresário dono de dois terrenos no local e ex-presidente do Sindicato Rural, Miguel Weber, para firmar uma parceria no projeto denominado Adote um Terreno. Por meio de sua empresa, Weber fez o plantio de girassóis que agora está encantando quem passa pelo local.

A proposta, segundo Lindomar, é fazer com que o projeto agora sensibilize também outros empresários e incentive mais parcerias. Estamos à disposição de empresas para que negociemos até com terceiros, ou seja, proprietários de áreas subutilizadas e que possam então ceder o espaço para o plantio de girassol ou de qualquer outra cultura. Formalizaremos tudo entre as partes e creio que estaremos, com isso, dando outro aspecto à cidade.  

No caso da área de Weber, Lindomar valorizou também o cumprimento da obrigação legal por parte do proprietário em construir calçadas, já que as ruas laterais ao terreno estão todas asfaltadas. Com a medida, o secretário pontuou a criação de uma nova opção ecológica para práticas esportivas. Uma parte do pessoal está correndo no horto e outros estão contornando os girassóis, acho que todo mundo gostou muito. Vamos usar este projeto como modelo e, quem sabe, em breve teremos mais áreas embelezadas, ecologicamente viáveis e com a produção de alimentos para os pássaros ou até mesmo para pessoas.

O secretário alertou ainda que os terrenos baldios são de responsabilidade dos proprietários e o mato no período de chuva representa riscos à população, tanto como criadouro de animais peçonhentos, como também local para esconderijo de criminosos. Já no período de estiagem, o problema aumenta. Na seca esses terrenos são mais uma vez um perigo, pois as queimadas também prejudicam a população com riscos de incêndio e fumaça que provoca doenças respiratórias, disse Lindomar. 

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