Foto: Wheverton Barros
Órgãos governamentais e
instituições conheceram nesta terça-feira (26) o plano de trabalho para
inserção dos catadores de materiais recicláveis do lixão na cadeira produtiva
da coleta seletiva.
O assunto está sendo discutido por
conta da breve desativação do lixão do município e a abertura do aterro
sanitário. Com isso, o município tem buscado medidas de reinserção dos
catadores nesse novo sistema que vai funcionar na cidade.
O plano de trabalho sugerido foi
apresentado pelo presidente da Central de Cooperativas e Empreendimentos
Solidários (Unisol Brasil), Leonardo Pinho, que está atuando em Rondonópolis
por meio do Projeto Redes, liderado pela articuladora Rhafaela Salgado,
realizado por meio de parceira da Prefeitura com a Fiocruz.
Algumas prioridades foram elencadas
durante a apresentação, como a definição de organização desses trabalhadores em
uma cooperativa ou associação, a constituição desse grupo, o desenvolvimento de
instrumentos de gestão e ainda o acompanhamento e apoio na gestão.
Para o desenvolvimento dessas
atividades verificou-se a necessidade de contratação ou colocação de dois
profissionais, sendo um de nível superior e um de nível médio para, entre
outras coisas, fazer a visita de acompanhamento a cada dois meses. Esse
trabalho deverá acontecer em um período de um ano e meio até que os próprios
trabalhadores prossigam sozinhos.
Representantes de Secretarias Municipais, do Ministério Público, Ministério Público do Trabalho, do Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis (Sanear), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e da Associação Rondonopolitana de Proteção Ambiental (Arpa) participaram da reunião.
Ainda nesta terça-feira, os catadores também conheceram o
plano de trabalho que foi elaborado para que seja a reinserção desses
trabalhadores na cadeia produtiva da coleta seletiva.