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PLANO ESTRATÉGICO DE GESTÃO

Facilitadora do TCE vem a Rondonópolis orientar secretários e técnicos

HEVANDRO SOARES - GCS

21/06/13 às 17:50

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Solange Elizabeth Rubin foi a orientadora do evento | ROGER ANDRADE

Dentro da proposta de controle das metas indicadas por cada Secretaria da gestão, os técnicos atuantes nos departamentos e os chefes das pastas municipais ouviram em palestra, no auditório da prefeitura, sobre as ferramentas e os modelos de conduta a serem seguidos na administração para a eficácia do Plano de Desenvolvimento Integrado PDI, na manhã desta sexta-feira (21).

A facilitadora do Tribunal de Contas do Estado TCE, Solange Marciano, foi a orientadora do evento, que ocorreu desde o início do expediente e que ainda teve a participação do vice-prefeito Rogério Salles e do auditor geral do município, Marcos Constantino. O auditor, aliás, lembrou que as determinações técnicas do TCE vão embasar as reuniões mensais do Comitê Estratégico, que será elaborado com os secretários.

Vamos cumprir este cronograma de nos reunirmos constantemente. À frente deste comitê estará o prefeito e teremos um software que indicará como está a relação meta, proposta e resultados obtidos. É interessante ressaltar que este planejamento estratégico não é uma estrutura fechada, até mesmo porque com a flexibilidade dele é que conseguiremos corrigir rapidamente os erros que eventualmente tivermos cometendo na gestão, explicou Constantino.

O material onde cada secretário relatou suas metas e o andamento das ações planejadas também será passível de análise do próprio TCE e dos Conselhos Municipais, que já participaram na elaboração dos objetivos propostos. Os Conselhos passaram aos secretários de cada pasta as demandas existentes. Retornará a eles obviamente o passo a passo deste processo, reiterou o auditor geral Marcos Constantino.

Em uma das falas aos secretários, a facilitadora do TCE argumentou que deve haver uma diferenciação do que for ações executadas com meta atingida. Conseguir por em prática todo o planejamento não quer dizer que o trabalho atingiu 100% do proposto. O foco de tudo está nas metas. É nelas onde tudo tem de ser baseado, até mesmo se o que foi estipulado conseguiu ser ultrapassado. Se o crescimento foi acima do esperado, o estudo tem de acontecer igualmente como se fosse o contrário para que se identifique qual foi o plano de ação que promoveu este resultado ou até mesmo se o erro aconteceu no planejamento, comentou a facilitadora.

A organização para a chamada modernização da Administração Pública fica vinculada a três pilares, segundo preconizou a palestrante: estratégia (planejamento), tático (secretários) e operacional (técnicos). Relatório de maneira inversa, do último para trás, são fundamentais para que a disciplina, que é trunfo do trabalho, seja contínua e facilite o controle.

 

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