A interdição
em fevereiro foi necessária para que os operários da companhia pudessem fazer a
obra de travessia de água do parque universitário. O bueiro antigo cujo
material era metálico não suportou o volume de água das chuvas e se rompeu. No
lugar, abriu uma cratera e a via de acesso aos residenciais e ao distrito
industrial ficou intransitável: problema que a gestão atual herdou da
administração anterior, ressaltou José Severino da Sila, o Nino, Diretor da
Coder.
Apesar da
restauração ser urgente e necessária, a administração anterior não deixou
dinheiro em caixa para o reparo como prevê a lei. Por isso tivemos de aprovar
uma dotação orçamentária, afirmou o vereador João Batista do Solidariedade.
Orçada em
cerca de 200 mil reais, a obra está sendo feita com material de melhor
qualidade e, assim bem mais resistente. Estamos substituindo o material antigo
por bueiro celular de concreto. É praticamente uma nova obra, pois as
tubulações metálicas que haviam aqui foram totalmente destruídas pela enxurrada
que desce no período das chuvas, explicação dada pelo engenheiro civil da
Coder, Alexandre Silva Claudio.
Por aqui,
passam milhares de caminhões por dia seguindo ao Distrito Industrial e tem
ainda a comunidade dos bairros Pedra 90, Jardim das Paineiras, Parque
Universitário e tantos outros, disse o diretor da companhia ao informar que a
obra ficará pronta na segunda quinzena deste mês de abril quando a via será
liberada.