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INCÊNDIO

Coder e Exército integram força tarefa para combater incêndio na aldeia Tadarimana

Assessoria

05/09/17 às 11:23

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Assessoria

Homens com equipamentos da Coder estão trabalhando intensamente na reserva indígena com o objetivo de combater as chamas que se alastram pela Tadarimana deixando um rastro de destruição. Além dessa  equipe que está no local desde o final de semana, o Diretor Presidente da Coder, José Severino da Silva neto, o Nino, informou que a Companhia já está integrando a força tarefa que foi formada na manhã desta terça - feira com o Exército Brasileiro para combater os múltiplos focos que vão surgindo ao longo da reserva.


Até o momento as chamas estavam sendo combatidas por equipes do Corpo de Bombeiros e por integrantes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, mas apesar do controle dos focos, o fogo resurgi em vários outros pontos produzindo uma densa camada de fumaça. 


A Coder vai apoiar a força tarefa com a oferta de caminhões pipas com capacidades para 27 mil litros de água, equipamentos sopradores e funcionários. "O prefeito nos orientou a não medirmos esforços para ajudar no combate às chamas", declarou o diretor presidente da Coder ao declarar que hoje mesmo pela manhã já conversou com oficiais do Exército Brasileiro e a eles foram entregues os equipamentos e homens para somar forças nesse momento crítico. 


O incêndio na aldeia começou na madrugada do dia 26 de agosto e durante esses onze dias que já dura o incêndio, as chamas foram combatidas por equipes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Corpo de Bombeiros Militares do Batalhão de Emergências Ambientais e bombeiros do 3º Batalhão de Rondonópolis e pelos próprios índios, os quais têm curso técnico específico. 
Agora, além dessa equipe que já vem atuando na área, vão entrar reforços formados pelo Exército Brasileiro, Coder, e é esperada a chegada de helicóptero do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA) o mesmo usado no combate às chamas do incêndio que ocorreu semana passada na reserva Ricardo Franco - suldoeste do Estado. 


A reserva Tadarimana pertencente à etnia Bororos está distante cerca de 40 KM de Rondonópolis, apenas. Essa proximidade e as correntes de ar fazem com que a cidade seja afetada diretamente e negativamente com o aumento da temperatura ambiente e com a densa cortina de fumaça que aliada à poeira causam desconforto e ameaça a saúde da população em especial à dos idosos, crianças, recém-nascidos, e pacientes nos hospitais etc. Além dos prejuízos causados à saúde pública, a névoa de fumaça prejudica o comércio local, afeta o turismo e diminui o rendimento e a produtividade dos trabalhadores da indústria, do comércio, da construção civil etc. 

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