Conforme
dados da Vigilância Epidemiológica do Município, os casos de dengue de janeiro
a 8 de março de 2016 apresentaram queda em relação ao mesmo período de 2015.
Neste ano, foram notificados 281 casos, e confirmados 80. Enquanto que em 2015,
no mesmo período foram notificados 438 casos e confirmados 95. Com relação ao
zika vírus, Rondonópolis tem, de janeiro até 8 de março, 45 casos notificados e
41 casos confirmados clínicos epidemiológicos.
Além do número de casos, o Índice de Infestação Predial pelo
Aedes aegipyti também teve redução de janeiro a fevereiro. O índice caiu de
2,49% em janeiro para 1,26% em fevereiro. Um dos motivos da redução é o intenso
trabalho realizado no combate ao mosquito, desde os mutirões, às visitas dos
agentes de endemias às residências, até a conscientização da população.
Segundo o gerente do Departamento de Saúde Coletiva, Edgar
Prates, em 60 dias os agentes de endemias visitaram 100% das residências e
fizeram bloqueios com dedetização espacial e nebulização em 260 quarteirões.
Para a realização dos bloqueios é importante que o paciente notifique o caso
de dengue logo no início dos sintomas, porque após 10 dias já não se tem mais
resultado, alerta.
Quanto ao zika vírus, Edgar destaca a importância das pessoas
procurarem assistência médica diante dos sintomas da doença e também de fazer a
notificação. Mesmo que o Ministério da Saúde libere o exame do zika vírus
somente para gestantes as pessoas devem procurar um médico e notificar o caso,
ou podem fazer o exame na rede particular, caso desejarem, explica.
Conforme
dados da Vigilância Epidemiológica do Município, os casos de dengue de janeiro
a 8 de março de 2016 apresentaram queda em relação ao mesmo período de 2015.
Neste ano, foram notificados 281 casos, e confirmados 80. Enquanto que em 2015,
no mesmo período foram notificados 438 casos e confirmados 95. Com relação ao
zika vírus, Rondonópolis tem, de janeiro até 8 de março, 45 casos notificados e
41 casos confirmados clínicos epidemiológicos.
Além do número de casos, o Índice de Infestação Predial pelo
Aedes aegipyti também teve redução de janeiro a fevereiro. O índice caiu de
2,49% em janeiro para 1,26% em fevereiro. Um dos motivos da redução é o intenso
trabalho realizado no combate ao mosquito, desde os mutirões, às visitas dos
agentes de endemias às residências, até a conscientização da população.
Segundo o gerente do Departamento de Saúde Coletiva, Edgar
Prates, em 60 dias os agentes de endemias visitaram 100% das residências e
fizeram bloqueios com dedetização espacial e nebulização em 260 quarteirões.
Para a realização dos bloqueios é importante que o paciente notifique o caso
de dengue logo no início dos sintomas, porque após 10 dias já não se tem mais
resultado, alerta.
Quanto ao zika vírus, Edgar destaca a importância das pessoas
procurarem assistência médica diante dos sintomas da doença e também de fazer a
notificação. Mesmo que o Ministério da Saúde libere o exame do zika vírus
somente para gestantes as pessoas devem procurar um médico e notificar o caso,
ou podem fazer o exame na rede particular, caso desejarem, explica.