Chegou a
hora de a população rondonopolitana debater e elencar as principais prioridades
para o município na 6ª Conferência Municipal das Cidades que será realizada na
quinta (19) e sexta-feira (20), na sede da Uramb. O evento é um momento de
discussão democrática e popular em variados eixos como mobilidade
urbana/acessibilidade, habitação, saneamento, gestão urbana e controle social,
regularização fundiária e planejamento urbano e saúde.
A conferência tem início às 19h da quinta-feira (19) com uma
palestra sobre planejamento urbano com o objetivo de ampliar a visão do tema e
assim contribuir para as discussões que ocorrerão no dia 20.
Na sexta-feira (20), às 8h, ocorrem as discussões dos eixos
temáticos com análises das prioridades propostas para cada um dos eixos
temáticos. E, no período da tarde é o momento das plenárias para a votação de
escolha dos delegados que representarão Rondonópolis na 6ª Conferência Estadual
das Cidades em Cuiabá.
Segundo o coordenador da 6ª Conferência Municipal das Cidades,
arquiteto e urbanista, Alexandre Torres, é das conferências que saem as
políticas públicas que podem ser inseridas no orçamento do Estado em benefício
do município. Para ele, as discussões são fundamentais, pois vão elencar as
prioridades de cada um dos eixos e serão votadas pelos presentes.
Na conferência estadual, as prioridades votadas em Rondonópolis
terão que ser defendidas pelos delegados para que o Estado também às leve para
a 6ª Conferência Nacional das Cidades.
Antes das conferências os governos que impunham o que as
cidades deveriam receber de obras. Após as conferências, a população passou a
poder elencar as suas prioridades e os recursos são distribuídos levando-se em
conta essas necessidades, explicou Alexandre Torres.
Além do poder público municipal e da Câmara de Vereadores, ainda
fazem parte da organização da 6ª Conferência Municipal das Cidades, a Uramb, a
Unisal, a Associação de Pequenos Produtores Rurais Selva de Pedras e São José
da Boa Esperança, o Movimento Negro de Rondonópolis, a MDUOP, o STTR, o
Sindicato dos Trabalhadores Rurais, a Acir, a Aciresmat, UFMT, a Associação de
Arquitetos e Urbanistas de Rondonópolis e o Observatório Social.